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Diabetes Gestacional

A diabetes gestacional ou DMG, se desenvolve quando não é secretada insulina suficiente necessária à demanda, aumentando os níveis de glicose pós-prandial,que aparecem mais frequentemente após a 24ª semana de gestação.

O ganho de peso excessivo durante a gestação também é um fator de risco. Ela predispõe o aparecimento de doenças como diabetes gestacional e síndromes hipertensivas da gestação, além de proporcionar maiores riscos obstétricos durante o parto. A terapia nutricional é um aspecto importante para o tratamento e acompanhamento da gestante diabética. A gestante com diabetes gestacional deve se alimentar seguindo as recomendações da American Diabetes Association.

Dietas restritivas em carboidratos podem desencadear cetose, pelo catabolismo acelerado dos lipídios. O que também acarreta em resultados desfavoráveis na gestação, como danos psicomotores do feto. A glicose é a fonte de energia principal para o crescimento fetal. A ingestão de 175g/dia de carboidratos é a recomendação dada pela Dietary Reference Intakes (DRI), para as gestantes.

 Não se pode zerar o consumo de carboidratos, pois a gestante pode entrar em cetose, pelo catabolismo acelerado dos lipídios.

Alimentos compostos por carboidratos de lenta digestão (conhecidos popularmente como carboidratos complexos).  Por serem ricos em fibras, conferem um aumento de glicemia de forma gradual, promovem uma digestão mais lenta e, consequentemente, uma absorção mais pausada.

No entanto, a distribuição adequada dos carboidratos ao longo do dia pode ser mais importante do que a quantidade total deste, associada a melhor resposta glicêmica.  Observe na tabela a seguir a distribuição dos carboidratos nas refeições, ao longo do dia.

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